Stalking my sewing-self in the 90s: FITTING, SEWING ORDER, STABILIZING TECHNIQUES - Part 2

EN Summary: Part two of Stalking my sewing-self in the 90s covers fitting, sewing order and stabilizing techniques (click here for Part 1: TRACING, CUTTING GEAR and SEWING EQUIPMENT). Keep reading the full article. NOTE: The photo shows the current jacket with the zipper and the collar, both machine-basted in place.
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PT Sumário: A segunda parte da série "como cosia nos anos 90 e como coso agora" cobre os ajustes, ordem de costura e reforços (cliquem aqui para a primeira parte: TRAÇADO DE MOLDES, EQUIPAMENTO DE CORTE e EQUIPAMENTO DE COSTURA). Continuem a ler este artigo completo. NOTA: A foto mostra o corpo da jaqueta atual com o zíper e a gola alinhavados à máquina no lugar.

The muslin for my Unrath&Strano suit (circa 2008 - scroll down for the English test!) / O modelo de prova do fato Unrath$Strano (algures em 2008)
FITTING BACK THEN: I had no relevant fitting issues (or at least I thought I didn’t). I was very thin and didn’t like my garments too tight so I was generous with my wearing ease. since I knew Burda magazine patterns like the palm of my hand, I was very confident when I cut them into fabric. I knew upfront with Burda magazine patterns that I had to add a little to my torso height and make a small sway back adjustment if the garment was fitted. In some cases (tailored jackets mostly) I would also go through the process of hand-basting the garment together and make any fit adjustments before taking it into the sewing machine (I still do, when it comes to sewing a tailored garment!). With the first version of this Burda International jacket I remember tracing a 38 tapering into size 36 at the waist and still the jacket remained semi-fitted (I didn’t bother to elongate the torso in this case; I learned that having the waist definition a little higher on the bodice is more becoming, delivering the illusion of longer legs, so I would do the high torso adjustment just when absolutely necessary).

FITTING NOW: I usually measure the pattern very thoroughly and make the fitting adjustments that I find necessary on the pattern paper directly. I have spent some time learning about pattern drafting so got into the habit of double-checking patterns for accuracy (walking out the pattern pieces and making sure everything matches, checking against my body measurements, etc.), especially if the pattern company has a history with inconsistencies. With the present project, the Burda International jacket, I cut size 40 and found no issues with the pattern (as expected). I made a small adjustment to the shoulder slope because I wanted to use thinner shoulder pads; I also shortened the shoulder about ¼”; it’s hardly noticeable. Other than these small tweaks, the pattern was untouched... The pants took a little extra work though: while back in the day model 911 size 38 would be sewn without any adjustments except narrowing at the waist, in the present time model 911 size 40 needed the front darts depth reduced with the corresponding alteration on the waist facing (slight tummy adjustment). I could have raised elongated the crotch height very slightly too (I’m talking about ½”) but since the fabric has a little stretch I didn’t bother to alter the pattern. Finally (not fitting related) I changed the style lines of the pant pattern by turning the classic full length and slightly tapered leg model into a shorter ankle length version with flare at the hem, just because I already own a considerable amount of black classic pants and wanted to try a different, more edgy style (hoping I won’t regret it, it’s a leap of faith in this case). In the present days I feel more confident altering a pattern while back then I would just try to find another pattern with the style close to what I wanted.

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COMO AJUSTAVA E PROVAVA AS PEÇAS: Há vinte anos não tinha grandes problemas com o assentar das roupas cortadas com os moldes da Burda (ou pelo menos acreditava que não). Conhecia estes moldes como a palma da minha mão e o seu traçado sempre foi bastante consistente, por isso cortava o tecido com confiança. Sabia que tinha o torso um pouco mais alto e que no fundo das costas tinha de ajustar um pouco (curva do fundo das costas pronunciada), mas só no caso de roupas bastante ajustadas, com pouca folga. Também tinha o hábito de alinhavar as peças em tecido todas entre si para as provar, antes de coser à máquina, hábito que ainda mantenho no caso de roupa de alfaiataria ou mais ajustada. Com a jaqueta da Burda Internacional lembro-me que cortei o tamanho 38, ajustando para o 36 na cintura, o que ainda me deixou bastante folga. Não alonguei o torso neste caso pois a jaqueta não era muito justas e já tinha aprendido que a cintura posicionada um pouco acima é mais elegante, dando ilusão de umas pernas mais compridas. O ajuste do torso só o fazia quando era absolutamente necessário.

O AJUSTE E PROVA AGORA: Meço o molde exaustivamente e faço os ajustes que considero necessários logo no molde em papel. Como fui aprendendo noções de traçado de moldes, adquiri também o hábito de "caminhar" todas as costuras (verificar que as peças do molde que se cosem entre si têm o exato comprimento ao longo das costuras comuns/linhas de pesponto), e faço esta verificação principalmente com marcas de moldes que não conheço ou que tenham algum histórico de inconsistências. Com a jaqueta que estou a confecionar agora, cortei o tamanho 40 e não encontrei qualquer problema no molde (como esperado, aliás; acho que nunca encontrei um problema com um molde Burda), mas fiz alguns ligeiros ajustes no ombro, encurtando-o 5mm (quase não se nota) e baixando a inclinação deste por tencionar usar chumaços/ombreiras mais finas. As calças (cortei também o 40) necessitaram de mais ajustes: diminui a profundidade das pinças da frente para dar mais espaço para a "barriguinha" e tive de ajustar a guarnição/vista do cós de acordo com esta modificação. Poderia também ter alongado o gancho, mas como o tecido tem um pouco de elasticidade achei que não seria necessário fazê-lo. Por fim (não relacionado com o ajuste), alterei o estilo das calças originais de compridas e afuniladas para comprimento acima do tornozelo e à-boca-de-sino do joelho apra baixo. Já tenho muitas calças clássicas pretas e apeteceu-me experimentar um estilo mais atrevido e que agora está muito na moda (espero não me arrepender, alterei à confiança!). É verdade que nos dias de hoje sinto-me muito mais à vontade em alterar as linhas de um molde; antigamente simplesmente iria procurar outro molde que traduzisse melhor o efeito que pretendia.

The 2nd edition of the Burda Sewing Book (the 1st edition was my first book) / A 2ª edição do livro de costura da Burda (tinha a 1ª edição nos anos 90)

SEWING ORDER BACK THEN: I would just follow the instructions; the garment would be constructed in a classic dressmaker’s processing order, and the lining would be sewn last. If something was not clear in the instructions I would refer to my first sewing book and Burda Sewing Bible: the 1st edition of “Sewing Made Easy by Burda” (title translated directly from the Portuguese – I have no idea if the book is edited in English). The book contains all the usual Burda Instructions/techniques (written in the same way as in the magazine) divided into main subjects (as most sewing books), yet they are fully illustrated which helps a lot with decoding Burda magazine instructions. In the meanwhile the 2nd edition of the book came out and I gifted my first edition to a good friend in Brazil. My sewing library in the 90s consisted in a few Portuguese sewing books and encyclopedias, some vintage; it was all I could find in the pre-Internet era.

SEWING ORDER NOW: I read the instructions but I don’t necessarily follow the order or the procedures described; I lean towards a I time-saving industry approach, trying to group as many similar & independent tasks in a row, like stitching as many seams as I can before moving on to the pressing table and pressing all those seams sequentially, then getting back to the sewing machine and stitching more seams until I have to press seams again to continue the process. I don’t start sewing the lining after the jacket is completed anymore. I have two sewing machines and one is set/threaded to sew the lining while the other is set to sew the fashion fabric; I started by sewing all princess seams on both jacket and lining, along with the sleeve back seams and I joined upper-collar with under-collar only along the top edge because I was using an industrial technique ;) ); then I went to press the seams, and back to the sewing machines to sew the yoke seams, shoulder and side seams (on both jacket and lining), finish the collar, and so on. Now I do the prep work in one day and start sewing fresh in the next day, knowing I have everything I need and placed in the necessary order of execution. My prep work follows the tracing and cutting process; it includes setting up my machines, testing seams, testing the fabrics with pressing and interfacing, sewing samples, etc. The prep work takes me more time and effort than the actual sewing. I can say for sure that I evolved into a more organized and efficient driven hobbyist dressmaker, also thanks to being blessed with more means and equipment. I have much less time available for my hobby, yet I compensate with time-saving efficient methods. As to my sewing library, it has grown exponentially since the 90s; most of it is in English now but I am proud to understand several languages and I own sewing/pattern making books also in Spanish, French and even Italian.

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ORDEM DE COSTURA ANTIGAMENTE: Seguia à letra a ordem das instruções da revista; esta ordem espelha um processo de execução de "costureira", onde as partes eram cosidas costura a costura (passando a ferro cada costura), e o forro era confecionado por último. Se alguma secção das instruções era menos clara, recorria ao meu primeiro livro de costura, a primeira edição de "A costura tornada fácil" da Burda. Este livro continha todos os passos descritos nas instruções da revista, divididos por assuntos, como bolsos, golas, etc., mas com a diferença de ter todos os passos acompanhados com ilustrações, demonstrando o processo de uma forma mais visual. Entretanto saiu a 2ª edição do livro e há algum tempo ofereci a minha primeira edição a uma amiga Brasileira. A minha biblioteca nos anos 90 limitava-se a alguns livros e enciclopédias de costura, todos em Português; era tudo o que conseguia encontrar na era pré-Internet.

ORDEM DE COSTURA AGORA: Leio as instruções mas não as sigo necessariamente; Inclino-me mais a uma ordem de procedimentos inspirada na indústria, em que as tarefas são ordenadas de forma a serem mais eficientes e rápidas. Por exemplo, em vez de coser uma costura e ir logo assentá-la a ferro antes de coser a seguinte, coso tantas costuras quanto seja possível sem assentar a ferro e depois assento-as todas antes de voltar à máquina. Coso o forro em paralelo e ultimamente habituei-me a ter as minhas duas máquinas de coser prontas, uma ajustada para coser o forro e a outra para as partes em tecido. No exemplo desta jaqueta, comecei por coser as costuras princesa  e as costuras de trás das mangas tanto na jaqueta como no forro; cosi também a costura de trás da gola (em vez de coser as pontas e virar, usei uma técnica da indústria que permite fazer o pesponto de girar mais eficientemente ;) ), depois assentei todas estas costuras a ferro; a seguir voltei às máquinas e cosi os encaixes, as costuras laterias e os ombros (também no forro); finalizei a gola antes de a aplicar ao decote e voltei à tábua de passar para assentar todas estas costuras; o processo repete-se até à fase dos acabamentos. Hoje em dia também estou acostumada a passar um dia só com o trabalho de preparação antes de coser e depois iniciar a costura propriamente dita no dia seguinte, com tudo preparado e ordenado. Os trabalhos preparatórios seguem-se após o molde estar traçado e as telas cortadas, e incluem a configuração das máquinas, testes de costuras, testes de resposta do tecido ao ferro de passar, testes das entretelas, casas de botões, etc. Às vezes estes trabalhos demoram mais tempo que o processo de montagem da peça que se seguirá. Posso concluir que evoluí para uma costureira amadora mais organizada e eficiente, também porque agora tenho mais meios e equipamento. Tenho muito menos tempo livre para a costura mas compenso com métodos mais eficientes em termos de gestão de tempo. Quanto à minha biblioteca de costura, tem crescido exponencialmente e agora contém na sua maioria livros em Inglês (mas também em Francês, Espanhol e até Italiano!)

Using fusible chain-stitched tape for stabilizing armholes & necklines on the present jacket/ Utilização de fita de entretela reforçada com ponto de cadena para estabilizar cavas e decotes na jaqueta que estou a fazer

STABILIZING TECHNIQUES BACK THEN: I limited myself to the instructions. I really relied on the instructions to know what to do. I would interface all the gray areas indicated in the pattern layout and any other areas referred in the instructions, which usually were the armholes/necklines and hem allowances on pieces which were not fully interfaced. I would trace special pattern pieces for this, and cut my interfacing in the corresponding shape. Sometimes the interfacing wouldn’t get fused properly and I couldn’t understand why. When I look at some of my self-made garments from back then I can clearly spot a few areas where the fusing process didn’t go well. I didn't always under-stitch facings and I only learned about stay-stitching until a few years later.

STABILIZING TECHNIQUES NOW: I’ve learned a great deal since then and in the present we have a lot more to choose from in terms of interfacings, like weft insertion fusible and thin knit fusible (my favorites). With experience I learned what works well with each type of fabric. I also learned how to properly test the interfacing (fusible and non-fusible) and in the present days I use more than one type of interfacing in the same project, if necessary (with this pant suit – the present version - I used three types of fusible plus two types of fusible tape, while the original took only one type of fusible and no tapes). I learned to stabilize more areas than usually referred in the instructions, like the zipper placement areas on pants and skirts; I learned about other key areas that needed additional reinforcement like the shoulders (using a simple lining selvage for stabilizing the shoulder seam is more than enough, a trick learned from Sewing Diva Els), jacket/coats front edges and waistlines on shaped waistband facings; and I started using fusible tape around necklines and armholes, even when the fabric pieces were fully interfaced. VERY IMPORTANT: I leave interfaced pieces to rest a few hours before handling them any further and this prevents most of the ill fusing and bubbling. I stay-stitch when it's necessary to prevent curved seam-lines from stretching with the handling process; I also don't skip under-stitching all the faced edges, as far as I can reach.

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TÉCNICAS PARA ESTABILIZAR/REFORÇAR O TECIDO ANTIGAMENTE: Limitava-me também às instruções, que eram o meu guia e professor na altura. Aplicava entretela em todas as áreas identificadas a cinzento no plano de corte e em qualquer outra área identificada nas instruções (usualmente cavas, decotes e margens de bainha em peças que não eram completamente entreteladas). Fazia moldes específicos para entretelar estas áreas e cortava a entretela à sua medida. Nem sempre as entretelas ficavam bem coladas e não conseguia perceber porquê (ainda guardo algumas roupas que fiz na altura e consigo perceber estes defeitos). Nem sempre fazia os pespontos de reforço para girar as guarnições e só aprendi a fazer pespontos de segurança para evitar costuras curvas de deformarem ao serem manipuladas alguns anos mais tarde.

TÉCNICAS PARA ESTABILIZAR/REFORÇAR AGORA: Aprendi muito desde os anos 90 e agora também temos mais escolha no que refere a entretelas, como as de malha pespontada e as de malha fininha (as minhas favoritas por não acrescentarem demasiada rigidez aos tecidos). Com anos de experiência fui aprendendo que que resulta com cada tipo de tecido e também aprendi a testar as entretelas nos tecidos antes de as utilizar no produto final. Também aprendi que uma peça não tem de levar só um tipo de entretela, pode levar muitos mais. Por exemplo, a fato que estou a fazer levou três tipos distintos de entretelas e dois tipos de fita de reforço termo-colante. Aprendi a estabilizar mais áreas do que as normalmente referidas nas instruções, como áreas de aplicação de fechos de correr nas saias e calças. Outras áreas como ombros e linhas de cintura em cós em forma com guarnições também precisam de reforço adicional e neste caso uma simples tira cortada da aurela de forro pode ser usada, pois não cria volume e é completamente estável (um truque que aprendi da Sewing Diva Els). Também é necessário reforçar com fita as orlas da frente de jaquetas e as linhas de dobra das lapelas. As cavas e decotes também beneficiam de fita de reforço termo-colante, mesmo quando já têm entretela aplicada. MUITO IMPORTANTE: Aprendi que se deve deixar as peças entreteladas a descansar por umas horas antes de as manusear, para que arrefeçam e a cola se funda completamente. Só isto já evita que a entretela descole ou forme bolhas. Agora, sepre que tenho de coser costuras curvas, passo um pesponto de reforço na margem, mesmo junto à linha de costura, para evitar que a costura estique com o manuseamento. Também não deixo de coser o pesponto de reforço para girar as guarnições.

Stitching the jacket's shoulder seams along with lining selvage while sewing at 5/8" from the cut edge / Coser o ombro com margem de 1,5cm aplicando tira de aurela de forro para reforço da costura
EN: There's still a lot to compare so there will be at least a part three of this series,... In the meanwhile I'd like to thank all of you who took some time in your day to leave a comment in my last post. I replied the comments individually in the comments section, with all my care :). Thank you all for visiting, and Happy Sewing!
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PT: Ainda há mais comparações a fazer por isso vai haver pelo menos uma parte 3... Entretanto gostaria de  agradecer a quem despendeu um pouco do seu tempo a deixar um comentário no artigo anterior; respondi a todos na secção dos comentários, com muito carinho. Obrigada por aparecerem e Boas Costuras!

Comments

I love this series of blog posts Tany. I started sewing in the 80s. Vogue patterns were the 1st brand I used and it's only in 2009 that I started to use Burda World Of Fashion patterns. My sewing process has evolved about the same way as yours. Reading blogs like yours has helped me a great deal. Thanks for taking the time to document your beautiful work.
Tany said…
Marie-Noëlle Thank you! It's funny how we started with different pattern companies and ended up in "common grounds".
In spite of some saying that blogs are something of the past, that blogging isn't what it used to be anymore and that this activity has driven many of us into business oriented people (and that's nothing wrong with that IMO), I still believe in sharing for the simple pleasure of connecting and helping others. I will keep doing it as long as I can.
This is so interesting to read, I think a lot about how/what I sewed in previous years. And you have described the changes and updates to sewing construction so well. This suit will be so sharp looking, Thanks for posting this info.
I have been a bad blogger recently but I don't want to stop blogging either
Anonymous said…
Thank you so much for your blog. You are a great inspiration and I have learned a great deal from your detailed posts. This series is exceptional. Thank you so much for doing this

Marie
Christine said…
As a long time sewer I want to say how much I enjoy your posts and tutorials. When I left school at 16 I started working for a bridal shop as a hand sewer and even made my own wedding dress at 19. When my two children came along a few years later, I made all their clothes except nappies and singlets. Now at 65 years of age I am still sewing and because of the internet and blogs such as yours, have learnt even more than I could have imagined. My latest achievement has been a Chanel style jacket and my next is the Paco Peralta Cassock Coat pattern which I have just purchased on Etsy. All this and more because I am constantly inspired by blogs such as yours. Thank you.
Marysia said…
I absolutely adore your blog and all the in-depth technical information you share with us.
Wonderful as always!
Happy weekend
Tany said…
Thank you all so much, Beth, Marie, Christine and Marysia!

Christine: Your sewing journey is long indeed, and what I love more about sewing is the constant learning and evolving. I've been sewing since I was 11 and I am still learning and enjoying this journey to the fullest! A Chanel jacket is an important landmark, Congratulations! You'll love Paco's Cassock coat: it's a very well drafted pattern and so simple to sew. Thank you so much for your kind words and support!
Bunny said…
I have progressed to unit sewing as well, some time back. I find it more enjoyable for some reason, do you? I love starting out with the fiddlies as they get my skills and sewing pleasure in happy mode from the get go.

I totally agree with the comments on weft insertions and tricots, also my faves. They seem to have an affinity for the fabric being treated that lasts through many wearings and cleanings.

Again, great series. Thanks.
Tany said…
Bunny Indeed, it is more enjoyable and the quality of the work has much to gain from good organization. Weft insertions and tricots are really a break-through in my opinion; they are so much easier to fuse and blend so much better with most types of fabric!

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